CONCEITUAÇÃO
Apesar do conceito de Gestão ter evoluído muito nos últimos séculos, existe um consenso de que este deva incluir um conjunto de processos e tarefas que visam garantir a afecção eficaz de todos os recursos disponibilizados pela organização para atingir os objetivos pré-determinados.
No processo de atendimento, o contato do cliente (seja uma reclamação, sugestão ou solicitação) é a entrada principal deste processo, pois é onde vai começar todo o processo.
O processo de atendimento deve ser definido de tal forma que o resultado esperado seja atingindo, incluindo para tal qualificação e treinamento das pessoas envolvidas. Quando não se define bem os processos de atendimento, é comum observar clientes descontentes, equipe de atendimento trabalhando sob pressão, sem um rumo certo, instalando-se um ambiente de verdadeiro caos. Ao contrário, com os processos bem definidos e principalmente, bem gerenciados, o conforto da equipe de atendimento e a satisfação do cliente são nitidamente notados.
GESTÃO DE ATENDIMENTO
Em se tratando de atendimento de Cabeamento de Estruturado, as informações nem sempre estão disponíveis devido à complexidade de ambientes tecnológicos, barreiras entre setores na empresa, variáveis de ambiente com estruturas totalmente diferentes e assim por diante. É ai que começa a ganhar importância a gestão do atendimento, buscando tratar as solicitações de forma rápida e eficiente, prevenir que os mesmos incidentes se repitam e medir a satisfação do cliente.
A gestão de atendimento visa oferecer uma metodologia para gerenciar e tratar as solicitações através de uma sistemática e promovendo a melhoria contínua.
PROCESSO DE ATENDIMENTO
O processo de atendimento apresenta os seguintes elementos:
• Solicitação do cliente
• Verificação e tratamento da solicitação
• Solução e feedback
• Controle do processo
Podemos desdobrar estes elementos em vários outros dependendo da complexidade da solicitação e da estrutura da empresa. Este processo de atendimento tem que garantir a uniformidade dos resultados mesmo que as pessoas envolvidas no atendimento mudem.
Todo processo de atendimento deve seguir os ANS (Acordos de Nível de Serviço) pré-estabelecidos pelo cliente, sempre no intuito de manter e melhorar a qualidade do serviço oferecido.
QUALIDADE DE ATENDIMENTO
Com o objetivo de estabelecer padrões esperados para o nível de serviço, a qualidade do atendimento deve está alinhado aos da empresa, em um nível estratégico. Isso quer dizer que deve-se estruturar a operação para atingir os objetivos pré-definidos.
Exemplo de acordos que são estabelecidos nos ANS’s:
• Atendimento das solicitações no máximo 4 horas
• 3000 atendimentos realizados/mês
• 90% de satisfação do cliente• Tempo de espera por atendimento de no máximo 30 segundos
INDICADORES DE QUALIDADE
Com os objetivos definidos, os indicadores representam a maneira de medir o andamento de todo atendimento. Os indicadores o sucesso ou não do cumprimento dos objetivos da qualidade, mais ainda, demonstra o desempenho dos processos.
Os indicadores devem dar informação fidedigna, objetiva e pertinente sobre assuntos de importância; devem ser sensíveis às mudanças de desempenho; e devem ser fáceis de calcular com os dados que estão disponíveis.
Os indicadores são os pontos chaves na gestão da qualidade, onde tudo que for possível e viável deve ser medido, avaliado e melhorado. Buscando a melhoria continua do processo de gestão o ciclo de gerenciamento PDCA (Plan, Do, Check, Act), ciclo este é usado para manter os resultados num certo nível desejado.
A IMPORTÂNCIA DA QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
Hoje as mudanças tecnológicas são constantes e a velocidade em que elas ocorrem, é cada vez mais rápida. Como bem observa Peter Drucker, “a atual regra dos negócios é estarmos preparados para competir com competência, mesmo porque o passado não mais vai se repetir. O sucesso de ontem já não garante mais o sucesso de hoje e conseqüentemente não sustentará o sucesso de amanhã”.
É exatamente por isso que, a todo instante devemos (Gestores e colaboradores) estar ligados às tendências tecnológicas, à globalização e com os novos conhecimentos que profissional inserido em nosso processo de gestão necessita para desempenhar bem o seu papel durante o contato com o cliente, para isso, devemos buscar cada vez mais o aprimoramento do intelecto.
A gestão do conhecimento é algo que deve ser tratado com bastante atenção, pois ela será um fator estratégico não só contribuindo para a sobrevivência do profissional, bem como das organizações, mas também, pelo seu crescimento sustentável. Isso é uma questão de sobrevivência.
RESUMO
Para uma Gestão de Qualidade no Atendimento, tão importante quanto o mapeamento dos processos, definição dos objetivos de qualidade, ações preventivas e corretivas é a Qualificação Profissional, visto que, sem profissionais com a devida qualificação não existe atendimento bem feito.
Tomaremos por exemplo o processo de Gestão de qualidade no atendimento da Nossa Equipe de cabeamento que, quando terminamos de mapear os processos e definir os índices qualidade no atendimento (ANS) e iniciamos a fase avaliações (dos processos e colaboradores) e de ações preventivas e corretivas, paramos em dois obstáculos:
- Estagnação dos índices de qualidade – Apesar do nosso grande esforço não conseguíamos atingir os níveis esperados, mesmo com a constante reavaliação dos processos; e
- Alta rotatividade de profissionais – Começamos a ter um alto índice de rotatividade de pessoal insatisfeitos com as ações preventivas e principalmente corretivas implementadas para tentar ajustar os processos.
Em certo momento, começamos a questionar se o problema estava mesmo nos processos ou na qualidade dos colaboradores, foi quando resolvemos investir em qualificação profissional. Quando falamos sobre assunto de imediato pensamos em treinar os profissionais e imediatamente sujem as grandes perguntas, quanto vai custar? De onde sairá o financiamento para esses treinamentos? Como ficará a empresa, se logo após investir no colaborador ele deixá-la?
Para resolver estas questões, implantamos o programa de desenvolvimento colaborativo descrito a seguir:
1) Identificamos dentro da nossa equipe os profissionais que já possuíam as qualificações e experiências que a maioria ainda não possuía e os incentivamos a compartilhá-la com os outros colaboradores;
2) Para manter os baixos custos das aulas práticas, começamos a armazenar sobras de cabo, patch painel´s e racks com defeito e utilizá-los para essa finalidade;
3) Realizamos várias reuniões e palestras para estimular a mudança de mentalidade entre os profissionais, na qual eles deixaram de achar que resolver o problema era o objetivo principal do seu trabalho e começaram a entender que a qualidade do atendimento é resolver os problemas respeitando os processos e padrões pré estabelecidos para tal;
4) Além de treinar os colaboradores, criamos um Blog para que os profissionais tivessem acesso às apostilas dos treinamentos.
Depois dessas medidas já conseguimos atingir os índices de qualidade que desejávamos e a rotatividade de profissionais quase não existe, pois aqueles colaboradores bem qualificados sentem-se valorizados ao compartilhar seus conhecimentos com os companheiros de trabalho e aqueles com dificuldades para investir em treinamentos, na maioria das vezes por questões sociais, ficam felizes e motivados a demonstrar suas novas habilidades.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
Cabeamento - Conhecimento Básico 03
Conheciemnto Básico
Segue a parte final do conhecimento básico. Agora falando sobre fibra e meios de cobre, como coaxial e UTP: Dúvidas ou sugestões usem o comentário ou envie e-mail para infra.sgi@gmail.com
A principal razão da sua utilização deve-se ao fato de poder reduzir os efeitos e sinais externos sobre os sinais a transmitir. O cabo coaxial é constituído por um fio de cobre condutor revestido por um material isolante e rodeado duma blindagem. Este meio permite transmissões até freqüências muito elevadas e isto para longas distâncias.
Os cabos coaxiais geralmente são usados em múltiplas aplicações desde áudio ate ás linhas de transmissão de alta freqüência. A velocidade de transmissão é bastante elevada devido à tolerância aos ruídos graças à malha de proteção desses cabos.
Os cabos coaxiais são usados em diferentes aplicações:
O Cabo Coaxial possui vantagens em relação aos outros condutores utilizados tradicionalmente em linhas de transmissão por causa de sua blindagem adicional, que o protege contra o fenômeno da indução, causado por interferências elétricas ou magnéticas externas (imune a ruídos).
Desvantagem:
Mais caro que o par trançado.
Algumas das características físicas da Fibra Óptica:
Par trançado
O par trançado é o meio de transmissão mais antigo e ainda mais usado para aplicações de comunicações. O cabeamento por par trançado (Twisted pair) é um tipo de fiação na qual dois condutores são enrolados ao redor dos outros para cancelar interferências magnéticas de fontes externas e interferências mútuas (crosstalk) entre cabos vizinhos. A taxa de giro (normalmente definida em termos de giros por metro) é parte da especificação de certo tipo de cabo. Quanto maior o número de giros, mais o ruído é cancelado.
Quando se trata de um número muito grande de pontos a velocidade decresce muito.
Todo o meio físico de transmissão sofre influências do meio externo acarretando em perdas de desempenho nas taxas de transmissão. Essas perdas podem ser atenuadas limitando a distância entre os pontos a serem ligados.
A vantagem principal na utilização do par de fios é seu baixo custo de instalação e manutenção, considerando o grande número de bases instaladas.
Existem várias categorias de cabo par trançado.
Existem 5 categorias, levando em conta o nível de segurança e a bitola do fio, onde os números maiores indicam fios com diâmetros menores. Categorias 1, 2, 3 4, 5, 5e 6 e 7.
Esses cabos contêm 4 pares de fios, que são crimpados (ligados ao conector) com uma determinada combinação de cores.
Existem também limites de comprimentos para esse tipo de cabo. É recomendado um limite de 90 metros de comprimento para que não haja lentidão e perda de informações.
Obs: A taxa de transmissão de dados correspondente depende dos equipamentos a serem utilizados na implementação da rede. Devido ao custo e ao desempenho obtidos, os pares trançados são usados em larga escala e é provável que assim permaneçam nos próximos anos. O conector utilizado é o RJ-45
Vantagens:
É composto por pares de fios sendo que cada par é isolado um do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa. Não havendo blindagem física interna.
Uma grande vantagem é a flexibilidade e espessura dos cabos. O UTP não preenche os dutos de fiação com tanta rapidez como os outros cabos. Isso aumenta o número de conexões possíveis sem diminuir seriamente o espaço útil.
Par trançado blindado (STP)
Possui uma blindagem interna envolvendo cada par trançado que compõe o cabo, cujo objetivo é reduzir a diafonia. Um cabo STP geralmente possui 2 pares trançados blindados.
Vantagens:
A blindagem causa uma perda de sinal que torna necessário um espaçamento maior entre os pares de fio e a blindagem, o que causa um maior volume de blindagem e isolamento, aumentando consideravelmente o tamanho, o peso e o custo do cabo.
Par trançado blindado (FTP):
Cabo blindado bem mais resistente que o STP, usado em redes industriais.
Segue a parte final do conhecimento básico. Agora falando sobre fibra e meios de cobre, como coaxial e UTP: Dúvidas ou sugestões usem o comentário ou envie e-mail para infra.sgi@gmail.com
Cabo Coaxial
É um tipo de cabo condutor usado para transmitir sinais e são bem mais protegidos contra interferências magnéticas.
A principal razão da sua utilização deve-se ao fato de poder reduzir os efeitos e sinais externos sobre os sinais a transmitir. O cabo coaxial é constituído por um fio de cobre condutor revestido por um material isolante e rodeado duma blindagem. Este meio permite transmissões até freqüências muito elevadas e isto para longas distâncias.
Os cabos coaxiais geralmente são usados em múltiplas aplicações desde áudio ate ás linhas de transmissão de alta freqüência. A velocidade de transmissão é bastante elevada devido à tolerância aos ruídos graças à malha de proteção desses cabos.
Os cabos coaxiais são usados em diferentes aplicações:
- Ligações áudio;
- Ligações rede de computadores;
- Normalmente utilizado em instalações que envolvem prédios nos quais a rede se estende na vertical.
- Usado em sistemas de distribuição de TVs e TV à cabo.
O Cabo Coaxial possui vantagens em relação aos outros condutores utilizados tradicionalmente em linhas de transmissão por causa de sua blindagem adicional, que o protege contra o fenômeno da indução, causado por interferências elétricas ou magnéticas externas (imune a ruídos).
Desvantagem:
Mais caro que o par trançado.
Fibra óptica
As fibras de ópticas são muito utilizadas pelos computadores para a transmissão de dados. Os sistemas de comunicações baseados em fibra óptica utilizam lasers ou dispositivos emissores de luz (LEDs).
Algumas das características físicas da Fibra Óptica:
- Pode ser instalada verticalmente em prédios. É perfeita também para uso aéreo (externos) e subterrâneo (internos).
- A prova de fogo, resistentes à umidade e fungos, alguns tipos de fibras são protegidos por uma jaqueta (revestimento).
- Facilmente maleável durante a instalação. Atende às especificações FDDI. A principal razão para a confiabilidade dos sistemas de fibras reside no fato de que elas não transportam sinais elétricos. Mesmo com proteção e um bom aterramento, os cabos de cobre se comportam como antenas e absorvem energia de motores, transmissores de rádio e outros dispositivos elétricos.
- Dessa forma, há o risco de ocorrerem diferenças de potencial em relação ao aterramento, podendo ser ocasionadas até mesmo fagulhas nos cabos. Essas interferências elétricas acabam por enfraquecer o sinal e distorcer os pacotes de dados. Os cabos de fibras de vidro são imunes a campos elétricos e magnéticos, sendo, portanto imunes a problemas dessa natureza. Os dados são convertidos em luz antes de serem transmitidos.
- Não sofre interferência eletromagnética
- Consegue transmitir mais longe e em maior quantidade as informações que um fio de cobre faz com um sinal elétrico.
- Não requer dois fios de fibra de vidro para transmitir dados.
- Requer equipamento especiais para polimento e instalação das extremidades do fio;
- Requer equipamentos especiais para unir um cabo partido;
- Dificuldade em descobrir onde a fibra se partiu dentro do revestimento plástico.
- Alto custo
- Usados em troncos de comunicação;
- Troncos metropolitanos;
- Redes LANs
Par trançado
O par trançado é o meio de transmissão mais antigo e ainda mais usado para aplicações de comunicações. O cabeamento por par trançado (Twisted pair) é um tipo de fiação na qual dois condutores são enrolados ao redor dos outros para cancelar interferências magnéticas de fontes externas e interferências mútuas (crosstalk) entre cabos vizinhos. A taxa de giro (normalmente definida em termos de giros por metro) é parte da especificação de certo tipo de cabo. Quanto maior o número de giros, mais o ruído é cancelado.
Quando se trata de um número muito grande de pontos a velocidade decresce muito.
Todo o meio físico de transmissão sofre influências do meio externo acarretando em perdas de desempenho nas taxas de transmissão. Essas perdas podem ser atenuadas limitando a distância entre os pontos a serem ligados.
A vantagem principal na utilização do par de fios é seu baixo custo de instalação e manutenção, considerando o grande número de bases instaladas.
Existem várias categorias de cabo par trançado.
Existem 5 categorias, levando em conta o nível de segurança e a bitola do fio, onde os números maiores indicam fios com diâmetros menores. Categorias 1, 2, 3 4, 5, 5e 6 e 7.
- Categoria do cabo 5: usado muito em redes ethernet. Pode ser usado para: frequencias até 100MHz com uma taxa de 100Mbps.
- Categoria do cabo 5e: é uma melhoria da categoria 5. Pode ser usado para: frequencias até 125MHz .
- Categoria do cabo 6: Pode ser usado em redes gigabit ethernet a velocidade: de 1.000Mbps.
Esses cabos contêm 4 pares de fios, que são crimpados (ligados ao conector) com uma determinada combinação de cores.
Existem também limites de comprimentos para esse tipo de cabo. É recomendado um limite de 90 metros de comprimento para que não haja lentidão e perda de informações.
Obs: A taxa de transmissão de dados correspondente depende dos equipamentos a serem utilizados na implementação da rede. Devido ao custo e ao desempenho obtidos, os pares trançados são usados em larga escala e é provável que assim permaneçam nos próximos anos. O conector utilizado é o RJ-45
Vantagens:
- simplicidade;
- baixo custo do cabo e dos conectores;
- facilidade de manutenção e de detecção de falhas;
- fácil expansão.
- Susceptibilidade à interferência e ao ruído.
- Par trançado sem blindagem (UTP-Unshielded Twisted Pair)
- Par trançado blindado (STP-Shielded Twisted Pair).
- Par trançado blindado (FTP).
É composto por pares de fios sendo que cada par é isolado um do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa. Não havendo blindagem física interna.
Uma grande vantagem é a flexibilidade e espessura dos cabos. O UTP não preenche os dutos de fiação com tanta rapidez como os outros cabos. Isso aumenta o número de conexões possíveis sem diminuir seriamente o espaço útil.
Par trançado blindado (STP)
Possui uma blindagem interna envolvendo cada par trançado que compõe o cabo, cujo objetivo é reduzir a diafonia. Um cabo STP geralmente possui 2 pares trançados blindados.
Vantagens:
- Alta taxa de sinalização
- Pouca distorção do sinal
A blindagem causa uma perda de sinal que torna necessário um espaçamento maior entre os pares de fio e a blindagem, o que causa um maior volume de blindagem e isolamento, aumentando consideravelmente o tamanho, o peso e o custo do cabo.
Par trançado blindado (FTP):
Cabo blindado bem mais resistente que o STP, usado em redes industriais.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Inclusão Digital
Inclusão Digital *
Muitos falam que a inclusão digital não é uma coisa boa nos dias de hoje pois existem pessoas que só se sentão em frente de um computado para fazer coisas inúteis. Eu já discordo acho que deveria ser feito era uma educação desde a infância das pessoas para que pudessem conhecer todas as maravilha que a informática tem para nos fornecer. A inclusão digital está ai porém não está sendo colocada de forma correta muitas pessoas só usam o computador e a internet como forma de entreternimento utilizando inadequadamente os mesmos, vamos sim apoiar a inclusão digital mas também vamos exigir um ensino adequado para que nossos filhos e pessoas da próxima geração possa usufruir corretamente dessa tecnologia.
Há muito tempo atráz eram poucas opções de sistema operacionais cerca de 20 anos, todos que tinham um computador, tinha que saber DOS e trabalhar com prompt de comando, digo que são os mais complexos ter que gravar
Nesta visão em relação ao mercado de software entra outros na disputa para conquistar mais crianças e adultos
* Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar e-mails, mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida.
A Inclusão Digital, para acontecer, precisa de três instrumentos básicos que são: computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar ele, um incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas. Leia mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Inclus%C3%A3o_digital
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Cabeamento - Conhecimento Básico 02
Conhecimento Básico
Dando Continuidade a postagem de conhecimento básico, segue a segunda parte, dúvidas ou sugestões usem o comentario abaixo ou envie e-mail para infra.sgi@gmail.com
Rack 19"
Um rack de 19 polegadas é um quadro padronizado ou gabinete para a montagem de módulos de equipamentos. Cada módulo tem um painel frontal que é de 19 polegadas de largura, incluindo as bordas ou orelhas que se projetam de cada lado que permitem que o módulo a ser fixado ao chassi de rack com parafusos.
Rack Unit" é a unidade de medida utilizada para descrever a altura de servidores, switches e outros dispositivos montados em racks de 19 polegadas. Cada "rack unit" equivale a 44.45 mm (1.75"). As medidas nesta unidade são representadas pelo número equivalente seguido da letra "U", no formato "1U", "2U", "3U" e assim por diante. Algumas vezes a representação também é feita no formato "1RU". Uma unidade rack ou U é uma unidade de medida utilizada para descrever a altura de equipamentos destinados à montagem em rack de 19 polegadas ou 23 polegadas, um rack (A dimensão refere-se à largura do material de montagem moldura no rack ou seja, a largura do equipamento que pode ser montado no interior do rack). Um rack unidade é 1,75 polegadas (44,45 mm) de altura.

Roteador
Roteador é um equipamento usado para fazer a comutação de protocolos, a comunicação entre diferentes redes de computadores provendo a comunicação entre hosts distantes.
Roteadores são dispositivos que operam na camada 3 do modelo OSI de referência. As duas atividades básicas de um roteador são: a determinação das melhores rotas e o transporte de pacotes.
Os roteadores utilizam tabelas de rotas para decidir sobre o encaminhamento de cada pacote de dados recebido. Eles preenchem e fazem a manutenção dessas tabelas executando processos e protocolos de atualização de rotas, especificando os endereços e domínios de roteamento, atribuindo e controlando métricas de roteamento. O administrador pode fazer a configuração estática das rotas para a propagação dos pacotes ou pode configurar o roteador para que este atualize sua tabela de rotas através de processos dinâmicos e automáticos.
Os roteadores encaminham os pacotes baseando-se nas informações contidas na tabela de roteamento. O problema de configurar rotas estaticas é que, toda vez que houver alteração na rede que possa vir a afetar essa rota, o administrador deve refazer a configuração manualmente. Já a obtenção de rotas dinamicamente é diferente. Depois que o administrador fizer a configuração através de comandos para iniciar o roteamento dinâmico, o conhecimento das rotas será automaticamente atualizado sempre que novas informações forem recebidas através da rede. Essa atualização é feita com a troca de informações entre roteadores vizinhos em uma rede. Os roteadores são capazes de interligar várias redes e geralmente trabalham em conjunto com hubs e switchs. Ainda, podem ser dotados de recursos extras, como firewall, por exemplo.
Modem
A palavra Modem vem da junção das palavras modulador e demodulador. Ele é um dispositivo eletrônico que modula um sinal digital em uma onda analógica, pronta a ser transmitida pela linha telefônica, e que demodula o sinal analógico e o reconverte para o formato digital original.Utilizado para conexão à Internet, BBS, ou a outro computador.
O processo de conversão de sinais binários para analógicos é chamado de modulação/conversão digital-analógico. Quando o sinal é recebido, um outro modem reverte o processo (chamado demodulação). Ambos os modems devem estar trabalhando de acordo com os mesmos padrões, que especificam, entre outras coisas, a velocidade de transmissão (bps, baud, nível e algoritmo de compressão de dados, protocolo, etc).
O prefixo Fax se deve ao fato de que o dispositivo pode ser utilizado para receber e enviar fac-símile.
Os primeiro modens analógicos eram externos. Conectados através das interfaces paralelas, onde a velocidade de transmissão eram de 300 bps (bits por segundo) e operavam em dois sinais diferentes, um tom alto que representava bit 1, enquanto o tom baixo representava o bit 0.
Canaletas
Nas instalações elétricas em geral, os dutos possuem grande importância no transporte de energia elétrica necessária ao bom funcionamento dos equipamentos. Os condutores e dutos devem possuir excelente qualidade e ser utilizados corretamente de acordo com suas finalidades. O dimensionamento de ambos deve ser precedido de uma análise detalhada das condições de sua instalação e da carga a ser suprimida.
Os eletrodutos são os dutos mais comumente utilizados. São tubos de metais (magnéticos ou não) ou de PVC, que podem ser ainda rígidos ou flexíveis. Suas funções gerais são as seguintes: - Proteção dos condutores contra ações mecânicas e contra corrosões; -Proteção do meio contra perigos de incêndio, resultantes do super aquecimento dos condutores ou de arcos.
Os eletrodutos de PVC são geralmente utilizados quando embutidos ou enterrados. Já os de metais são mais utilizados em instalações aparentes. Os eletrodutos de metal não devem possuir costura longitudinal e suas paredes internas devem ser perfeitamente lisas. Também cuidados devem ser tomados quanto às luvas e curvas. Quaisquer saliências podem danificar a isolação dos condutores. A instalação de condutores em eletrodutos deve ser precedida das seguintes considerações: - A taxa máxima de ocupação em relação à área da seção transversal dos eletrodutos não deve ser superior a: - 53% no caso de um único condutor ou cabo; - 31% no caso de dois condutores ou cabos; - 40% no caso de três ou mais condutores ou cabos; - Nos eletrodutos, só devem ser instalados condutores isolados, cabos unipolares ou multipolares, admitindo-se a utilização de condutor nu em eletroduto isolante exclusivo, quando tal condutor se destina a aterramento; - O diâmetro externo dos eletrodutos deve ser igual ou superior a 16mm; - Não deve haver trechos contínuos retilíneos de tubulação maiores do que 15m, nos trechos com curvas, este espaçamento deve ser reduzido de 3m para cada curva de 90º;
As canaletas são feitas geralmente de PVC e servem como proteção mecânica para a passagem dos fios e cabos elétricos/fios telefônicos e são usadas em instalações aparentes. São inúmeros os benefícios de sua utilização: design bonito e moderno, fácil de montar e instalar, sistema de encaixe perfeito, flexibilidade de uso (divisão interna dos perfis permite instalação de diferentes tipos de cabos separadamente). Apesar de ser ter dimensões reduzidas, possuem grande capacidade para condução de fios e cabos. A taxa de condução máxima recomendada pela Norma EIA/TIA 569A é de 40% durante projeto, e 60% para futuras ampliações.
Entrada do Edificio, Facilidades de Entrada ou Entrance Facilities (EF)
Trata-se de um local que abriga uma facilidade de entrada do edifício para ser o ponto de intersecção entre os backbones que interligam diversos edifícios, além de conter o ponto de demarcação de rede externa provida pela operadora telefônica. O distribuidor geral de entradas pode também abrigar equipamentos de telecomunicações. Como principais considerações, temos :
Se a energia elétrica é um dos serviços que compartilham um mesmo duto, esse deverá estar devidamente dividido em partes. Separação mínima entre redes de telecomunicações e circuitos de energia de até 20A/127V ou 13A/240V segundo a Norma TIA/EIA 569A de 1997;
As copiadoras devem localizar-se a uma distância maior do que 3 metros da Sala de Equipamentos;
A distância mínima de 120mm de lâmpadas fluorescentes deverá ser respeitada;
A distância entre cabos de telecomunicações metálicos e os de força (acima de 480V) deverá ter o mínimo 3 metros;
Os pontos de cross-connects, deverão localizar-se a uma distância de 6 metros de painéis de distribuição elétrica e transformadores acima de 480V.
Sala de Equipamentos (ER)
A sala de equipamentos é o local onde encontramos uma infra-estrutura especial para os equipamentos de telecomunicações e computadores, temos Main Cross-Connect, as diversas ligações para os TC e também possui capacidade de alojar os operadores. Pode abrigar o armário de telecomunicações do andar a que pertence.
Como detalhes para a sala de equipamentos, temos :
Armário de Telecomunicações (TC)
É a área física que pode armazenar equipamentos de telecomunicações, terminações de cabos e facilidades de Cross-Connects. O TR é um ponto de transição entre os dutos destinados ao Backbone ou cabeamento primário e ao Horizontal Cabling ou cabeamento secundário.
Como principais características propostas por norma para o Armário de Telecomunicações (Telecommunication Room), temos:
Compreende as ligações entre o cross-connect horizontal na sala de telecomunicações (TR) até o conector na tomada de telecomunicações na área de trabalho (WA). Os cabos reconhecidos pelo cabeamento horizontal são :
São considerados ainda os cabos:
A distância máxima do cabeamento horizontal é de 90m entre o cross-connect horizontal e a tomada de telecomunicações na área de trabalho. No caso dos cabos UTP temos dois tipos um rígido e outro flexível. O primeiro é utilizado no cabeamento horizontal enquanto o segundo é aplicado em cabos de manobra. Além da diferença de características mecânicas temos que a atenuação do cabo flexível é 20% maior do que a do rígido. Sendo assim, dos 100m totais do canal de comunicações, reservamos 90m para cabos rígidos e 10m para os flexíveis. Estes 10m (33ft) estão divididos em 5m (16ft) para a área de trabalho e 5 metros para o cross-connect.
Área de Trabalho (WA)
Espaço onde os usuários utilizam as facilidades de telecomunicação. A tomada ou outlet de telecomunicação presente na Área de Trabalho é o ponto no qual o equipamento do usuário final se conecta ao sistema de distribuição de telecomunicação.
Cabeamento vertical ( Backbone Cabling )
O subsistema de Backbone ou Cabeamento Vertical, consiste nos meios de transmissão (cabos e fios), conectores de cruzamento (cross-connects) principal e intermediários, terminadores mecânicos, utilizados para interligar os Armários de Telecomunicações, Sala de Equipamentos e instalações de entrada.
Os cabos homologados na norma EIA/TIA 568A para utilização como Backbone são:
1. Cabo UTP de 100 Ohms (22 ou 24 AWG): 800 metros para voz (20 a 300 MHz); 90 metros para dados (Cat. 3,4 e 5...).
2. Cabo STP (par trançado blindado) de 150 Ohms: 90 metros para dados.
3. Fibra óptica multimodo de 62,5/125 m: 2.000 metros para dados.
4. Fibra óptica monomodo de 8,5/125 m: 3.000 metros para dados.
Para os cabos UTP de 100 Ohms e STP de 150 Ohms, o alcance do cabeamento depende da aplicação. A distância de 90 metros para dados em STP é aplicada para largura de banda de 20 a 300 MHz. Por outro lado, na transmissão de dados numa largura de banda de 5 a 16 MHz, o cabo UTP, categoria 3, tem sua distância reduzida de 800 para 90 metros. A distância de 90 metros é aplicada, também, para as categorias 4 e 5 em larguras de banda de 10 a 20 MHz e 20 a 100 MHz, respectivamente.
O subsistema de Backbone define, também, outros requisitos de projeto, tais como:
- Topologia em estrela;
Dando Continuidade a postagem de conhecimento básico, segue a segunda parte, dúvidas ou sugestões usem o comentario abaixo ou envie e-mail para infra.sgi@gmail.com
Rack 19"
Um rack de 19 polegadas é um quadro padronizado ou gabinete para a montagem de módulos de equipamentos. Cada módulo tem um painel frontal que é de 19 polegadas de largura, incluindo as bordas ou orelhas que se projetam de cada lado que permitem que o módulo a ser fixado ao chassi de rack com parafusos.
Rack Unit" é a unidade de medida utilizada para descrever a altura de servidores, switches e outros dispositivos montados em racks de 19 polegadas. Cada "rack unit" equivale a 44.45 mm (1.75"). As medidas nesta unidade são representadas pelo número equivalente seguido da letra "U", no formato "1U", "2U", "3U" e assim por diante. Algumas vezes a representação também é feita no formato "1RU". Uma unidade rack ou U é uma unidade de medida utilizada para descrever a altura de equipamentos destinados à montagem em rack de 19 polegadas ou 23 polegadas, um rack (A dimensão refere-se à largura do material de montagem moldura no rack ou seja, a largura do equipamento que pode ser montado no interior do rack). Um rack unidade é 1,75 polegadas (44,45 mm) de altura.
Roteador
Roteador é um equipamento usado para fazer a comutação de protocolos, a comunicação entre diferentes redes de computadores provendo a comunicação entre hosts distantes.
Roteadores são dispositivos que operam na camada 3 do modelo OSI de referência. As duas atividades básicas de um roteador são: a determinação das melhores rotas e o transporte de pacotes.
Os roteadores utilizam tabelas de rotas para decidir sobre o encaminhamento de cada pacote de dados recebido. Eles preenchem e fazem a manutenção dessas tabelas executando processos e protocolos de atualização de rotas, especificando os endereços e domínios de roteamento, atribuindo e controlando métricas de roteamento. O administrador pode fazer a configuração estática das rotas para a propagação dos pacotes ou pode configurar o roteador para que este atualize sua tabela de rotas através de processos dinâmicos e automáticos.
Os roteadores encaminham os pacotes baseando-se nas informações contidas na tabela de roteamento. O problema de configurar rotas estaticas é que, toda vez que houver alteração na rede que possa vir a afetar essa rota, o administrador deve refazer a configuração manualmente. Já a obtenção de rotas dinamicamente é diferente. Depois que o administrador fizer a configuração através de comandos para iniciar o roteamento dinâmico, o conhecimento das rotas será automaticamente atualizado sempre que novas informações forem recebidas através da rede. Essa atualização é feita com a troca de informações entre roteadores vizinhos em uma rede. Os roteadores são capazes de interligar várias redes e geralmente trabalham em conjunto com hubs e switchs. Ainda, podem ser dotados de recursos extras, como firewall, por exemplo.
Modem
A palavra Modem vem da junção das palavras modulador e demodulador. Ele é um dispositivo eletrônico que modula um sinal digital em uma onda analógica, pronta a ser transmitida pela linha telefônica, e que demodula o sinal analógico e o reconverte para o formato digital original.Utilizado para conexão à Internet, BBS, ou a outro computador.
O processo de conversão de sinais binários para analógicos é chamado de modulação/conversão digital-analógico. Quando o sinal é recebido, um outro modem reverte o processo (chamado demodulação). Ambos os modems devem estar trabalhando de acordo com os mesmos padrões, que especificam, entre outras coisas, a velocidade de transmissão (bps, baud, nível e algoritmo de compressão de dados, protocolo, etc).
O prefixo Fax se deve ao fato de que o dispositivo pode ser utilizado para receber e enviar fac-símile.
Os primeiro modens analógicos eram externos. Conectados através das interfaces paralelas, onde a velocidade de transmissão eram de 300 bps (bits por segundo) e operavam em dois sinais diferentes, um tom alto que representava bit 1, enquanto o tom baixo representava o bit 0.
Canaletas
Nas instalações elétricas em geral, os dutos possuem grande importância no transporte de energia elétrica necessária ao bom funcionamento dos equipamentos. Os condutores e dutos devem possuir excelente qualidade e ser utilizados corretamente de acordo com suas finalidades. O dimensionamento de ambos deve ser precedido de uma análise detalhada das condições de sua instalação e da carga a ser suprimida.
Os eletrodutos são os dutos mais comumente utilizados. São tubos de metais (magnéticos ou não) ou de PVC, que podem ser ainda rígidos ou flexíveis. Suas funções gerais são as seguintes: - Proteção dos condutores contra ações mecânicas e contra corrosões; -Proteção do meio contra perigos de incêndio, resultantes do super aquecimento dos condutores ou de arcos.
Os eletrodutos de PVC são geralmente utilizados quando embutidos ou enterrados. Já os de metais são mais utilizados em instalações aparentes. Os eletrodutos de metal não devem possuir costura longitudinal e suas paredes internas devem ser perfeitamente lisas. Também cuidados devem ser tomados quanto às luvas e curvas. Quaisquer saliências podem danificar a isolação dos condutores. A instalação de condutores em eletrodutos deve ser precedida das seguintes considerações: - A taxa máxima de ocupação em relação à área da seção transversal dos eletrodutos não deve ser superior a: - 53% no caso de um único condutor ou cabo; - 31% no caso de dois condutores ou cabos; - 40% no caso de três ou mais condutores ou cabos; - Nos eletrodutos, só devem ser instalados condutores isolados, cabos unipolares ou multipolares, admitindo-se a utilização de condutor nu em eletroduto isolante exclusivo, quando tal condutor se destina a aterramento; - O diâmetro externo dos eletrodutos deve ser igual ou superior a 16mm; - Não deve haver trechos contínuos retilíneos de tubulação maiores do que 15m, nos trechos com curvas, este espaçamento deve ser reduzido de 3m para cada curva de 90º;
As canaletas são feitas geralmente de PVC e servem como proteção mecânica para a passagem dos fios e cabos elétricos/fios telefônicos e são usadas em instalações aparentes. São inúmeros os benefícios de sua utilização: design bonito e moderno, fácil de montar e instalar, sistema de encaixe perfeito, flexibilidade de uso (divisão interna dos perfis permite instalação de diferentes tipos de cabos separadamente). Apesar de ser ter dimensões reduzidas, possuem grande capacidade para condução de fios e cabos. A taxa de condução máxima recomendada pela Norma EIA/TIA 569A é de 40% durante projeto, e 60% para futuras ampliações.
Entrada do Edificio, Facilidades de Entrada ou Entrance Facilities (EF)
Trata-se de um local que abriga uma facilidade de entrada do edifício para ser o ponto de intersecção entre os backbones que interligam diversos edifícios, além de conter o ponto de demarcação de rede externa provida pela operadora telefônica. O distribuidor geral de entradas pode também abrigar equipamentos de telecomunicações. Como principais considerações, temos :
- Devem conter dutos para backbone entre edifícios e prover espaço para entrada e terminação dos cabos que compõem o sistema de backbone;
- O Entrance Facilities deverá estar localizado em área não sujeita a umidade excessiva e tão próximo quanto possível da entrada principal do edifício. Não instalar teto falso dentro do EF;
- Dimensões mínimas do Entrance Facilities para permitir as devidas terminações;
Se a energia elétrica é um dos serviços que compartilham um mesmo duto, esse deverá estar devidamente dividido em partes. Separação mínima entre redes de telecomunicações e circuitos de energia de até 20A/127V ou 13A/240V segundo a Norma TIA/EIA 569A de 1997;
As copiadoras devem localizar-se a uma distância maior do que 3 metros da Sala de Equipamentos;
A distância mínima de 120mm de lâmpadas fluorescentes deverá ser respeitada;
A distância entre cabos de telecomunicações metálicos e os de força (acima de 480V) deverá ter o mínimo 3 metros;
Os pontos de cross-connects, deverão localizar-se a uma distância de 6 metros de painéis de distribuição elétrica e transformadores acima de 480V.
Sala de Equipamentos (ER)
A sala de equipamentos é o local onde encontramos uma infra-estrutura especial para os equipamentos de telecomunicações e computadores, temos Main Cross-Connect, as diversas ligações para os TC e também possui capacidade de alojar os operadores. Pode abrigar o armário de telecomunicações do andar a que pertence.
Como detalhes para a sala de equipamentos, temos :
- Área de localização que permita expansões futuras e facilidade de movimentação para os equipamentos de grande porte;
- A área da sala de equipamentos ou SEQ deverá prover 0,07m² para cada 10m² de espaço na Área de Trabalho, e o tamanho não deverá ser menor do que 14m²;
- Temperatura e umidade controlada na faixa de 18 a 24 graus centigrados, com 30 a 50% de umidade;
- Um eletroduto de no mínimo 1 ½ deverá estar disponível para interligação da Sala de Equipamentos ao ponto central de aterramento do edifício;
- As dimensões para a área da SEQ deve ser de até 100WAs 14m2, de 101 à 400Was 37m2; de 401 à 800WAs 74m2 e de 801 a 1.200WAs 111m2;
- Deverá ser utilizada proteção secundária contra voltagem ou pico de corrente para equipamentos eletrônicos que estão conectados a cabos (campus backbone) que se estendam entre edifícios;
Armário de Telecomunicações (TC)
É a área física que pode armazenar equipamentos de telecomunicações, terminações de cabos e facilidades de Cross-Connects. O TR é um ponto de transição entre os dutos destinados ao Backbone ou cabeamento primário e ao Horizontal Cabling ou cabeamento secundário.
Como principais características propostas por norma para o Armário de Telecomunicações (Telecommunication Room), temos:
- A iluminação do TR deverá possuir no mínimo 500 Lux a 1 metro do solo;
- O TR não deverá ser suportado por teto falso, para facilitar o roteamento de cabos horizontais;
- Uma parede deve ter, no mínimo, prancha de madeira que permita a fixação de hardwares de conexão;
- Tamanho mínimo da porta deverá ter 900mm de largura por 2.000mm de altura e sua abertura voltada para fora do TR;
- Um mínimo de duas tomadas de força (ex. 20A 120V e/ou 13A 240V) deverão estar disponíveis a partir de circuitos elétricos dedicados;
- As tomadas de força deveriam ser colocadas nas paredes em intervalos máximos de 1,8 metro em alturas conforme definido nas normas da ABNT;
- Deverá acessar o ponto principal de aterramento do edifício;
- Sua dimensão deve basear - se na área servida, ou seja 01 TR para até 1000m2. Para áreas menores do que 100m2, utilizar gabinetes de parede. Se a área estiver entre 100 e 500m2, utilizar gabinetes tipo armário (racks);
- As dimensões mínimas do TR devem ser de 3 x 2,2m para até 500m2; 3 x 2,8m para 800m2 e 3 x 3,4m para até 1.000m2;
Compreende as ligações entre o cross-connect horizontal na sala de telecomunicações (TR) até o conector na tomada de telecomunicações na área de trabalho (WA). Os cabos reconhecidos pelo cabeamento horizontal são :
- Cabo UTP com 4 pares 100 Ohms ( também se encaixam o FTP e o ScTP) recomendado no mínimo Cat 5e.
- Fibra multimodo 62,5/125µm ou 50/125µm; O cabo STP com 2 pares 150 Ohms é reconhecido mas não é recomendado.
São considerados ainda os cabos:
- Cabos híbridos: são aqueles onde há reunião de dois ou mais cabos, de mesma ou diferentes categoria, sob a mesma capa.
- Cabos bundled: são aqueles onde cabos são agrupados formando um conjunto único e contínuo Como requisito especial temos que o POWERSUM NEXT deve ser 3dB melhor do que o NEXT entre dois pares na mesma faixa de medidas.
A distância máxima do cabeamento horizontal é de 90m entre o cross-connect horizontal e a tomada de telecomunicações na área de trabalho. No caso dos cabos UTP temos dois tipos um rígido e outro flexível. O primeiro é utilizado no cabeamento horizontal enquanto o segundo é aplicado em cabos de manobra. Além da diferença de características mecânicas temos que a atenuação do cabo flexível é 20% maior do que a do rígido. Sendo assim, dos 100m totais do canal de comunicações, reservamos 90m para cabos rígidos e 10m para os flexíveis. Estes 10m (33ft) estão divididos em 5m (16ft) para a área de trabalho e 5 metros para o cross-connect.
Área de Trabalho (WA)
Espaço onde os usuários utilizam as facilidades de telecomunicação. A tomada ou outlet de telecomunicação presente na Área de Trabalho é o ponto no qual o equipamento do usuário final se conecta ao sistema de distribuição de telecomunicação.
- No mínimo 2 tomadas de telecomunicações para um máximo de 10 metros quadrados;
- Adaptações de conexão na Área de trabalho devem ser externas à tomada de superfície;
- Serão utilizados patch cords para ligar os equipamentos às tomadas de telecomunicações.
- No caso de conectores modulares de oito vias (CM8V), os cabos UTP serão do tipo flexível;
- Para instalações novas, os cordões ópticos na área de trabalho deverão ser SC, ou SFF (Small Form Factor), exemplo MTRJ;
- Todos os 4 pares deverão ser instalados no conector fêmea;
- Distância mínima do piso às tomadas de superfície, 30 centímetros.
Cabeamento vertical ( Backbone Cabling )
O subsistema de Backbone ou Cabeamento Vertical, consiste nos meios de transmissão (cabos e fios), conectores de cruzamento (cross-connects) principal e intermediários, terminadores mecânicos, utilizados para interligar os Armários de Telecomunicações, Sala de Equipamentos e instalações de entrada.
Os cabos homologados na norma EIA/TIA 568A para utilização como Backbone são:
1. Cabo UTP de 100 Ohms (22 ou 24 AWG): 800 metros para voz (20 a 300 MHz); 90 metros para dados (Cat. 3,4 e 5...).
2. Cabo STP (par trançado blindado) de 150 Ohms: 90 metros para dados.
3. Fibra óptica multimodo de 62,5/125 m: 2.000 metros para dados.
4. Fibra óptica monomodo de 8,5/125 m: 3.000 metros para dados.
Para os cabos UTP de 100 Ohms e STP de 150 Ohms, o alcance do cabeamento depende da aplicação. A distância de 90 metros para dados em STP é aplicada para largura de banda de 20 a 300 MHz. Por outro lado, na transmissão de dados numa largura de banda de 5 a 16 MHz, o cabo UTP, categoria 3, tem sua distância reduzida de 800 para 90 metros. A distância de 90 metros é aplicada, também, para as categorias 4 e 5 em larguras de banda de 10 a 20 MHz e 20 a 100 MHz, respectivamente.
O subsistema de Backbone define, também, outros requisitos de projeto, tais como:
- Topologia em estrela;
- Não possuir mais de dois níveis hierárquicos de conectores de cruzamento (cross-connect);
- Os cabos que ligam os cross-connect não podem ultrapassar 20 metros;
- Evitar instalações em áreas onde existam interferências eletromagnéticas e rádio freqüência;
- As instalações devem ser aterradas seguindo a norma EIA/TIA 607.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Cabeamento - Conhecimento Básico 01
Conhecimento Básico
Já faz um tempo fui solicitado a criar uma apresentação sobre cabeamento, apenas com o básico para passar uma visão geral para quem não conhecia nada sobre o nosso trabalho. Conhecimento nunca é demais, na falta de alguma coisa deixem comentários, sugestões...:
• Painéis de distribuição ( Patch Panels ).
Possui a função de fazer a conexão entre o cabeamento que sai do Rack e chega as tomadas de telecomunicação e permitir que uma mudança, como por exemplo, de um determinado usuário de um segmento para outro seja feita fisicamente no próprio Rack.
Os Patch Panels são dimensionados pelo número de portas, geralmente, 24, 48 e 96 portas RJ45. As quantidades de Patch Panels assim como o número de portas dependem do número de pontos de rede.
Os Patch Panels podem ainda ser modulares, onde podemos instalar conectores extras como conectores RJ45, BNC e conectores para fibra óptica.
Na norma EIA/TIA 568 o patch panel deve ficar instalado no Telecommunications Closets (TC).
Os “componentes de cabeamento estruturado para montagem em Rack devem seguir a largura de 19” e altura variando em Us (1 U = 44 mm).
• Quando se tem uma rede de topologia em estrela, onde o cabo utilizado é o par trançado, geralmente se usa o conector RJ45 nas pontas dos cabos e nas placas de comunicação. Nas placas de comunicação e tomadas os conectores são do tipo “fêmea” enquanto nas extremidades dos cabos, são do tipo “macho”.
Visando padronizar o cabeamento, a norma prevê duas possibilidades de conectorização, no que se refere à disposição dos pares nos conectores padrão RJ-45. Estes padrões, denominados 568A e 568B, podem ser utilizados indistintamente, observando-se apenas que, ao optar por uma configuração, a conectorização em todos os dispositivos (Patch Panel, RJ-45 macho e fêmea) deverão ser feitas da mesma forma.
• Os line Cords e Patch Cables são cabos utilizados para interligação dos equipamentos de redes a tomada de telecomunicação e dos hubs aos Patch panels respectivamente.
• Os cabos devem ser adquiridos diretamente do fabricante ou montados pelos instaladores, utilizando-se cabo par trançado de 4 pares com condutores flexíveis e não sólidos. O conector RJ45 deverá ser o apropriado para cabos par trançado flexível, que é diferente do utilizado normalmente.
• Para os line cords deverá ter um comprimento máximo de 3 metros e no máximo 6 metros para os patch cables.
• A finalidade de um hub é gerar os sinais da rede novamente e os retemporizar. Isso é feito no nível de bit para um grande número de hosts (por exemplo, 4, 8 ou mesmo 24), usando um processo conhecido como concentração. Um hub também é conhecido como repetidor multiportas. Dois motivos para se usar os hubs: criar um ponto de conexão central para os meios de cabeamento e aumentar a confiabilidade da rede. A confiabilidade da rede é aumentada permitindo-se que qualquer cabo falhe sem afetar toda a rede. Os hubs são considerados dispositivos da camada 1 porque apenas regeneram o sinal e o transmitem por todas as suas portas (conexões da rede).
Existem diferentes classificações de hubs na rede. A primeira classificação é dizer se os hubs são ativos ou passivos. A maioria dos hubs modernos é ativa. Eles obtêm energia de uma fonte de alimentação para gerar novamente os sinais da rede. Alguns hubs são chamados dispositivos passivos porque simplesmente repartem o sinal entre vários usuários, como quando usamos um fio "Y" em um CD player para mais de um fone de ouvido. Os hubs passivos não regeneram os bits, ou seja, não estendem o comprimento de um cabo, apenas permitem que dois ou mais hosts se conectem ao mesmo segmento de cabo. Outra classificação é se os hubs são inteligentes ou burros. Os hubs inteligentes têm portas do console, o que significa que podem ser programados para gerenciar o tráfego da rede . Os hubs burros simplesmente aceitam um sinal da rede de entrada e o repete em todas as portas sem a habilidade de realizar qualquer gerenciamento.
• Um switch é um dispositivo da camada 2, assim como a bridge. Na verdade, um switch é chamado de bridge multiporta, assim como um hub é chamado de repetidor multiporta. A diferença entre o hub e o switch é que os switches tomam as decisões com base nos endereços MAC e os hubs não tomam nenhuma decisão. Devido às decisões que os switches tomam, eles tornam uma LAN muito mais eficiente. Eles fazem isso "comutando" os dados apenas pela porta à qual o host apropriado está conectado. Ao contrário, um hub enviará os dados por todas as portas para que todos os hosts tenham que ver e processar (aceitar ou rejeitar) todos os dados.
Os switches, à primeira vista, se parecem com os hubs. Os hubs e os switches têm muitas portas de conexão, uma vez que parte de suas funções é a concentração da conectividade (permitindo que muitos dispositivos sejam conectados a um ponto na rede). A diferença entre um hub e um switch é o que acontece dentro do dispositivo.
A finalidade de um switch é concentrar a conectividade, ao mesmo tempo tornando a transmissão de dados mais eficiente. Ele comuta os quadros das portas de entrada (interfaces) para as portas de saída, enquanto fornece a cada porta a largura de banda completa (a velocidade da transmissão de dados no backbone da rede).
Um switch Ethernet tem muitas vantagens, como permitir que vários usuários se comuniquem paralelamente através do uso de circuitos virtuais e de segmentos de rede dedicados em um ambiente livre de colisões. Isso maximiza a largura de banda disponível em um meio compartilhado.
Ferramentas
8 LEDs indicadores de acerto e erro (caso alguma via do cabo esteja com mau contato o LED correspondente não acenderá);
Sua função : testar a condutividade do sinal pelo cabo.
Ferramenta de inserção (Punch Down)
Fixador para keystone e patch panel com regulagem por pressão.
Já faz um tempo fui solicitado a criar uma apresentação sobre cabeamento, apenas com o básico para passar uma visão geral para quem não conhecia nada sobre o nosso trabalho. Conhecimento nunca é demais, na falta de alguma coisa deixem comentários, sugestões...:
Patch Panel
• Painéis de distribuição ( Patch Panels ).
Possui a função de fazer a conexão entre o cabeamento que sai do Rack e chega as tomadas de telecomunicação e permitir que uma mudança, como por exemplo, de um determinado usuário de um segmento para outro seja feita fisicamente no próprio Rack.
Os Patch Panels são dimensionados pelo número de portas, geralmente, 24, 48 e 96 portas RJ45. As quantidades de Patch Panels assim como o número de portas dependem do número de pontos de rede.
Os Patch Panels podem ainda ser modulares, onde podemos instalar conectores extras como conectores RJ45, BNC e conectores para fibra óptica.
Na norma EIA/TIA 568 o patch panel deve ficar instalado no Telecommunications Closets (TC).
Os “componentes de cabeamento estruturado para montagem em Rack devem seguir a largura de 19” e altura variando em Us (1 U = 44 mm).
Conector RJ 45
• Quando se tem uma rede de topologia em estrela, onde o cabo utilizado é o par trançado, geralmente se usa o conector RJ45 nas pontas dos cabos e nas placas de comunicação. Nas placas de comunicação e tomadas os conectores são do tipo “fêmea” enquanto nas extremidades dos cabos, são do tipo “macho”.
Visando padronizar o cabeamento, a norma prevê duas possibilidades de conectorização, no que se refere à disposição dos pares nos conectores padrão RJ-45. Estes padrões, denominados 568A e 568B, podem ser utilizados indistintamente, observando-se apenas que, ao optar por uma configuração, a conectorização em todos os dispositivos (Patch Panel, RJ-45 macho e fêmea) deverão ser feitas da mesma forma.
Patch Cable / Line Cord
• Os line Cords e Patch Cables são cabos utilizados para interligação dos equipamentos de redes a tomada de telecomunicação e dos hubs aos Patch panels respectivamente.
• Os cabos devem ser adquiridos diretamente do fabricante ou montados pelos instaladores, utilizando-se cabo par trançado de 4 pares com condutores flexíveis e não sólidos. O conector RJ45 deverá ser o apropriado para cabos par trançado flexível, que é diferente do utilizado normalmente.
• Para os line cords deverá ter um comprimento máximo de 3 metros e no máximo 6 metros para os patch cables.
Hub
• A finalidade de um hub é gerar os sinais da rede novamente e os retemporizar. Isso é feito no nível de bit para um grande número de hosts (por exemplo, 4, 8 ou mesmo 24), usando um processo conhecido como concentração. Um hub também é conhecido como repetidor multiportas. Dois motivos para se usar os hubs: criar um ponto de conexão central para os meios de cabeamento e aumentar a confiabilidade da rede. A confiabilidade da rede é aumentada permitindo-se que qualquer cabo falhe sem afetar toda a rede. Os hubs são considerados dispositivos da camada 1 porque apenas regeneram o sinal e o transmitem por todas as suas portas (conexões da rede).
Existem diferentes classificações de hubs na rede. A primeira classificação é dizer se os hubs são ativos ou passivos. A maioria dos hubs modernos é ativa. Eles obtêm energia de uma fonte de alimentação para gerar novamente os sinais da rede. Alguns hubs são chamados dispositivos passivos porque simplesmente repartem o sinal entre vários usuários, como quando usamos um fio "Y" em um CD player para mais de um fone de ouvido. Os hubs passivos não regeneram os bits, ou seja, não estendem o comprimento de um cabo, apenas permitem que dois ou mais hosts se conectem ao mesmo segmento de cabo. Outra classificação é se os hubs são inteligentes ou burros. Os hubs inteligentes têm portas do console, o que significa que podem ser programados para gerenciar o tráfego da rede . Os hubs burros simplesmente aceitam um sinal da rede de entrada e o repete em todas as portas sem a habilidade de realizar qualquer gerenciamento.
Switch
• Um switch é um dispositivo da camada 2, assim como a bridge. Na verdade, um switch é chamado de bridge multiporta, assim como um hub é chamado de repetidor multiporta. A diferença entre o hub e o switch é que os switches tomam as decisões com base nos endereços MAC e os hubs não tomam nenhuma decisão. Devido às decisões que os switches tomam, eles tornam uma LAN muito mais eficiente. Eles fazem isso "comutando" os dados apenas pela porta à qual o host apropriado está conectado. Ao contrário, um hub enviará os dados por todas as portas para que todos os hosts tenham que ver e processar (aceitar ou rejeitar) todos os dados.
Os switches, à primeira vista, se parecem com os hubs. Os hubs e os switches têm muitas portas de conexão, uma vez que parte de suas funções é a concentração da conectividade (permitindo que muitos dispositivos sejam conectados a um ponto na rede). A diferença entre um hub e um switch é o que acontece dentro do dispositivo.
A finalidade de um switch é concentrar a conectividade, ao mesmo tempo tornando a transmissão de dados mais eficiente. Ele comuta os quadros das portas de entrada (interfaces) para as portas de saída, enquanto fornece a cada porta a largura de banda completa (a velocidade da transmissão de dados no backbone da rede).
Um switch Ethernet tem muitas vantagens, como permitir que vários usuários se comuniquem paralelamente através do uso de circuitos virtuais e de segmentos de rede dedicados em um ambiente livre de colisões. Isso maximiza a largura de banda disponível em um meio compartilhado.
Ferramentas
Alicate Crimpador RJ 6 / 8 Pinos
Alicate com catraca para crimpagem de conectores do tipo RJ-11, RJ-12 e RJ-45
Lan Teste (testador de cabos)
8 LEDs indicadores de acerto e erro (caso alguma via do cabo esteja com mau contato o LED correspondente não acenderá);
Sua função : testar a condutividade do sinal pelo cabo.
Ferramenta de inserção (Punch Down)
Fixador para keystone e patch panel com regulagem por pressão.
Sinalizador sonoro e sonda digital, que rastreia e localiza cabos em uma rede ativa.
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